Alex Canziani chegou ao consultório com um grande histórico de luta com a balança.
Ele já treinava, fazia escolhas razoáveis e tinha consciência de que precisava mudar. O problema era outro: a estratégia não conversava com a realidade da rotina.
Entre compromissos profissionais intensos, deslocamentos frequentes entre cidades, almoços fora e uma agenda imprevisível, manter constância parecia quase impossível. O peso acumulado era resultado de anos em que a saúde ficava sempre para depois.
O ponto de virada: método, não sacrifício
Desde o início, ficou claro que não haveria espaço para soluções radicais.
Nada de dietas extremas, protocolos genéricos ou dependência de medicamentos.
O trabalho foi construído com base em três pilares:
- Organização alimentar possível dentro da rotina real
- Ajustes estratégicos de carboidratos e refeições sociais
- Constância no movimento, mesmo em semanas imperfeitas
Alex não “virou outra pessoa”.
Ele aprendeu a tomar decisões melhores com frequência suficiente.
Resultados que vieram com o tempo e ficaram
O processo não foi linear. Houve semanas melhores, semanas mais difíceis, viagens, eventos e períodos de adaptação. Ainda assim, o método se sustentou.
Mais do que o número na balança, vieram mudanças claras:
- Maior controle alimentar mesmo em restaurantes
- Redução consistente de excessos no dia a dia
- Treinos mantidos de 3 a 4 vezes por semana, mesmo viajando
- Mais clareza mental e energia para sustentar o processo
Tudo isso sem uso de medicamentos para emagrecimento.
O que a história do Alex ensina
A transformação do Alex deixa uma mensagem importante:
resultado sustentável não vem de perfeição, vem de direção.
Quando existe estratégia, acompanhamento e respeito à rotina, o corpo responde.
Não da noite para o dia.
Mas de forma sólida, previsível e duradoura.
Hoje, Alex segue no processo. Mais consciente, mais leve e com uma relação madura com a própria saúde.
E essa talvez seja a maior mudança de todas.




